Análise de Balanço

Esta monografia nada mais é do que a reunião de apontamentos de aulas e não deve ser tomada como base principal para o estudo de parte da matéria ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTOS. Para um aprendizado correto nada pode substituir o livro didático. No final desta apostila há a bibliografia que recomendamos para que o aluno tenha o perfeito conhecimento da disciplina.

I – REVISÃO DE CONHECIMENTOS CONTÁBEIS

1. Balanço Patrimonial

O Balanço Patrimonial das empresas está dividido em:

● ATIVO, onde estão registrados os seus direitos e os bens.
● PASSIVO, que representa as obrigações e os recursos próprios.

Balanço é como se fosse uma fotografia do valor contábil da empresa, em uma determinada data. É como se toda a empresa tivesse ficado imóvel, momentaneamente O Balanço é apresentado em dois segmentos: no lado esquerdo, estão os ativos, e no lado direito vemos os passivos e os recursos próprios da empresa. No balanço está evidenciado o que a empresa possui e como as suas atividades e os seus bens são financiados.

Matematicamente o Balanço Patrimonial poderia ser apresentado pela seguinte formula: ”Ativos = Passivos + Patrimônio dos acionistas (dos sócios). Colocamos um sinal de identidade na equação para indicar que a igualdade deve sempre vigorar, por definição. Na realidade, o patrimônio dos acionistas é definido pela diferença entre os ativos e os passivos da empresa. Em princípio, o patrimônio é o que os acionistas deveriam ter na empresa, depois que esta saldasse todas as suas dívidas […]. Os ativos são apresentados, no balanço, segundo a ordem do prazo que normalmente se passa até que uma empresa em funcionamento normal os converte em dinheiro. O lado do ativo depende da natureza do negócio e de como a administração decide conduzi-lo. A administração precisa tomar decisões quanto aos níveis relativos de caixa versus aplicações financeiras, vendas a prazo versus vendas a vista, se deve fabricar ou comprar mercadorias, arrendar ou comprar bens, os tipos de atividade em que deve se envolver, e assim por diante. Os passivos e o patrimônio são apresentados na ordem em que devem ser pagos. O lado do passivo e do patrimônio dos acionistas reflete os tipos e as proporções de financiamento, os quais dependem da escolha pela administração de uma estrutura de capital, como, por exemplo, as proporções entre capital de terceiros e capital próprio, e entre endividamento de curto e de longo prazo” (ROSS et al, 1995, p. 42).

O Ativo do Balanço Patrimonial se apresenta na seguinte ordem (ordem de liquidez):

ATIVO
● CIRCULANTE (curto Prazo)
– Caixa
– Bancos
– Contas a Receber (duplicatas, contas corrente, adiantamentos, valores etc)
– Estoques
● REALIZÁVEL DE LONGO PRAZO
● PERMANENTE
– investimentos
– Imobilizado

Por sua vez o Passivo se apresente em ordem de exigibilidade:

● CIRCULANTE (curto Prazo)
– Bancos
– Fornecedores
– Tributos (impostos, taxas e contribuições sociais)
– Salários
● EXIGÍVEL DE LONGO PRAZO
● PATRIMÔNIO LÍQUIDO
– Capital
– Reservas e lucros

Lembrem-se:

● “Ativo Circulante” é tudo aquilo que a empresa tem de direitos indiscutíveis, a seu favor.
● “Realizável” são os direitos com realização prevista a longo prazo.
● “Ativo Permanente” é tudo aquilo que a empresa possui de imobilizado, como imóveis, máquinas, instalações etc., além das participações societárias em outras empresas.
● “Passivo Circulante” é tudo aquilo que a empresa deve, a curto prazo.
● “Exigível” é o que a empresa deve a longo prazo.
● “Patrimônio Líquido” é composto pelo recursos próprios da empresa.

O “Ativo” menos o “Passivo Circulante” e o “Exigível A Longo Prazo” resulta no “Patrimônio Liquido”. Quanto maior o Patrimônio Líquido menos a empresa deve a terceiros. O contrário também é verdadeiro.

2. Demonstração de Resultado

A Demonstração do Resultado evidencia o desempenho da empresa, no decorrer de um determinado período — legalmente obrigatório de um ano. Pode-se, também, levantar por períodos menores: um mês, um trimestre, um semestre, por exemplo.

“A definição contábil de resultado é Receita – Despesas = Resultado (destaque nosso). Enquanto o balanço assemelha-se a um instantâneo, a demonstração do resultado é similar a uma gravação em vídeo do que as pessoas fizeram entre dois instantâneos(…) A demonstração do resultado geralmente possui varias partes. A parte relativa às operações apresenta as receitas e despesas da empresa em suas atividades principais. Dentre outras coisas, a parte não operacional inclui todos os custos de financiamento, como as despesas com juros. Geralmente, uma outra parte indica, como item separado, o montante de impostos devidos sobre o lucro. O último item da demonstração é o resultado líquido do exercício” (ROSS et al, 1995, p. 42). – lucro ou prejuízo.

IMPORTANTE: O BALANÇO PATRIMONIAL é levantado, obrigatoriamente, uma vez por ano, porém algumas empresas o fazem a cada semestre ou mesmo mensalmente. Ele retrata a situação da empresa naquele determinado momento. Por sua vez a DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO é o acumulado de tudo o que aconteceu na empresa, desde o último Balanço até a data do seu levantamento. Este documento evidencia se as operações da empresa deram lucro ou prejuízo.

II – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

A análise de índices das Demonstrações Financeiras de uma empresa, entre elas o Balanço Patrimonial e as Demonstrações Financeiras, interessa aos sócios atuais e potenciais, fornecedores, financiadores, governo, funcionários e, primordialmente, aos administradores da própria empresa.

O interesse dos sócios (acionista existente ou potencial) é centrado em dois aspectos:

● No nível de risco presente e futuro, que a empresa analisada pode apresentar, isto é, na liquidez evidenciada, na atividade a que a empresa se dedica e no grau de endividamento.
● No retornos de suas aplicações, isto é na lucratividade que poderá obter em decorrência de ter aplicado (ou vir a aplicar) dinheiro na empresa.

Os fornecedores e instituições financeiras estão basicamente interessados na liquidez (capacidade de pagamento) a curto prazo e na capacidade que a empresa tem de cumprir seus compromissos a longo prazo. Em outras palavras: eles querem se certificar de que a empresa tem condições concreta para pagar seus débitos e poderá fazer os pagamentos dos recursos que tomou emprestados, mais os juros e encargos, na data de vencimento dos empréstimos e financiamentos. Os credores em potencial querem ter segurança de que a empresa pode arcar com novos empréstimos. Um interesse secundário dos credores é a lucratividade da empresa; eles querem se certificar de que a empresa é saudável e continuará a gerar rentabilidade.

Por sua vez, os administradores se preocupam com a capacidade da empresa obter dinheiro, através do lançamento de novas ações ou debêntures, por intermédio da obtenção de empréstimos, ou por qualquer outro meio. Além do mais os administradores usam os índices para acompanhar o desempenho da empresa. Quaisquer anormalidades indicada pela análise dos índices, devem provocar atos que visem eliminar os problemas.

“A análise financeira fornece ao administrador os instrumentos necessários para verificar continuamente o funcionamento da empresa, de forma a implementar programas corretivos, logo que forem encontrados sinais de problemas” (GITMAN, s.d., p. 215).

1. Índices de Estrutura Patrimonial

Os Índices de Estrutura Patrimonial são calculados em termos de número de vezes que o numerador contém o denominador. Um interpretação simplista desses índices seria dizer que quanto menor eles forem, melhor será a situação da empresa analisada.

“Na verdade, não se pode concluir que uma empresa esteja em melhor situação do que outra apenas porque apresentou menores valores nestes índices. Deve-se considerar que os mesmos constituem meros indicadores observados em dado momento e que os aspectos dinâmicos, que afetam a liquidez, não são captados por essas inter-relações. Todavia, uma empresa certamente não estará com uma situação financeira confortável se apresentar elevada participação de recursos de terceiros em relação ao capital próprio e ao ativo total, com predominância de dívidas a curto prazo nas exigibilidades totais, e com elevada imobilização dos seus recursos permanentes” (BRAGA, 1989, p. 155).

● Capital de Terceiros/Capital Próprio = PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A LONGO PRAZO / PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Essa equação evidencia o quanto a empresa usa de capital de terceiros, em relação aos recursos próprios (Patrimônio Líquido), isto é, a proporção entre os recursos de terceiros e os recursos próprios usados pela empresa analisada.

● Composição do Endividamento = PASSIVO CIRCULANTE / PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A LONGO PRAZO

É quanto a empresa tem de dívidas de curto prazo, em relação ao total de seus débitos para com terceiros. Quanto menor for o montante das dívidas de curto prazo, melhor.

● Endividamento Geral = PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A LONGO PRAZO / ATIVO TOTAL

Mostra o total que a empresa deve em relação ao total que ela possui de direitos e bens, ou seja, o quanto ela pertence a terceiros e qual a sua liquidez.

● Imobilização do Capital Próprio = ATIVO PERMANENTE / PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Significa verificar o quanto do Patrimônio Líquido (recursos próprios) da empresa está aplicado no Ativo Permanente (Imobilizado em prédios, máquinas, instalações etc. e Investimentos em outros empresas), ou seja, tudo o que a empresa adquiriu com recursos próprios.

● Imobilização dos recursos Permanentes = ATIVO PERMANENTE / EXIGÍVEL A LONGO PRAZO + PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Revela quanto de financiamento de longo prazo e de recursos próprios estão aplicados em ativos, cuja maturação financeira é muito longa, o que resulta em baixa liquidez.

2. Índices de Solvência

“Expressos pelo número de vezes que o numerador contém o denominador, esses índices costumam ser avaliados pelo critério de ‘quanto maior, melhor’. Estes índices não medem a efetiva capacidade da empresa liquidar seus compromissos nos vencimentos, mas apenas evidenciam o grau de solvência em caso de encerramento total das atividades. Considerando essas inter-relações como indicadores gerais, pode-se supor que, quanto mais elevados forem os índices, melhor será a situação financeira da empresa” (BRAGA, 1989, p. 155).

● Liquidez Geral = ATIVO CIRCULANTE + REALIZÁVEL A LONGO PRAZO / PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A LONGO PRAZO

Evidencia a relação existente entre o total de suas dívidas e o total de seus créditos para com terceiros.

● Liquidez Corrente = ATIVO CIRCULANTE / PASSIVO CIRCULANTE

Evidencia a relação das dívidas e créditos de curto prazo.

● Liquidez Seca = ATIVO CIRCULANTE – ESTOQUES DESPESAS DE EXERCÍCIOS SEGUINTES / PASSIVO CIRCULANTE

Evidencia o quanto a empresa dispõe de imediato, para cobrir suas dívidas de curto prazo.

3. Índices de Cobertura

Os Índices de Cobertura medem quantas vezes o Lucro Operacional e outras receitas da empresa têm capacidade de fazer face (de cobrir) às suas Despesas Financeiras e seus Compromissos Fixos. O critério usado é de que “quanto maior, melhor”. No cálculo dos compromissos fixos são computados tão somente os valores do principal dos empréstimos e financiamentos, por que o valor dos gastos com juros e outros encargos já estão incluídos na rubrica Despesas Financeiras.

“As despesas com contratos de leasing reduzem o lucro operacional e, desse modo, devem ser adicionados a este para compor o numerador da fórmula. O ajuste do principal, pelo complemento da alíquota do imposto de renda, produz o mesmo efeito de considerar o lucro operacional e as demais receitas e despesas da fórmula líquidos desse tributo” (BRAGA, 1989, p. 156).

● Cobertura dos Encargos Financeiros = LUCRO OPERACIONAL + RECEITAS FINANCEIRAS + OUTRAS RECEITAS / DESPESAS FINANCEIRAS

Esse índice calcula se as fontes de receitas da empresa são suficientes para cobrir as Despesas Financeiras.

● Cobertura dos Compromissos Fixos = LUCRO OPERACIONAL + DESPESAS DE LEASlNG + RECEITAS FINANCEIRAS + OUTRAS RECEITAS / DESPESAS FINANCEIRAS + DESPESAS DE LEASING + (PRINCIPAL DOS EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS / 1 – ALÍQUOTA DO IMPOSTO DE RENDA)

Esse índice verifica se a empresa tem capacidade de cobrir os compromissos dos quais não há como fugir.

IMPORTANTE: Os contratos de Leasing são considerados como se fossem financiamentos de longo prazo, para aquisição de bens para o Ativo Imobilizado. Essa forma de “financiamento” reduz o imposto de renda a pagar da empresa tomadora dos recursos.

4. Índices de Prazos Médios

Essa análise que utiliza esses índices é voltada para contatar a qualidade da gestão do capital de giro da empresa, tendo por base o tempo médio necessário para a transformação desse recursos em disponibilidade efetiva (recebimento das vendas a prazo) ou em desembolso de valores (pagamento das compras), bem como o tempo de permanência das matérias primas e mercadorias na empresa (CARVALHO et al, 1985, p. 205).

● Prazo Médio de Estocagem = SALDO MÉDIO DAS CONTAS DE ESTOQUES / (CUSTO DAS VENDAS / 360 DIAS)

Indica qual o tempo médio de permanência das mercadorias na empresa — entre a data da compra e a data da venda.

● Prazo Médio de Cobrança = SALDO MÉDIO DE CONTAS A RECEBER / (RECEITA OPERACIONAL BRUTA – DEVOLUÇÕES E
ABATIMENTOS : 360 DIAS)

Evidencia qual o tempo médio que a empresa leva para receber o valor de suas vendas — entre a data da venda e a data do recebimento do valor da venda. OBSERVAÇÃO: Somente devem se consideradas as “Contas a Receber” originadas por vendas.

● Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores = SALDO MÉDIO DE FORNECEDORES / (COMPRAS BRUTAS : 360 DIAS)

Evidencia qual o tempo médio que a empresa leva para pagar o valor de suas compras — entre a data da compra e a data do pagamento da mercadoria comprada. OBSERVAÇÃO: “Compras Brutas” é igual ao Custo das Mercadorias Vendidas, menos os Tributos incluídos no preço das mercadorias (IPI, ICMS etc.), as Devoluções de mercadorias vendidas pelos clientes e os Abatimentos concedidos pela empresa aos seus clientes.

5. Gestão dos Recursos

Os índices de Gestão dos Recursos da empresa são expressos pelo número de vezes que o numerador contém o denominador. Eles são avaliados pelo critério de “quanto maior, melhor”.

“A rotação ou giro dos recursos reflete o grau de utilização dos ativos na geração das vendas. Como as receitas de vendas constituem a principal fonte de lucros e de numerário (via cobrança), quanto maior for a sua proporção sobre os ativos, mais eficientemente estarão sendo administrados os fundos (recursos financeiros) neles investidos, beneficiando a liquidez e a rentabilidade da empresa.

O numerador e o denominador de cada índice devem estar compatibilizados quanto à natureza dos valores utilizados no cálculo do quociente. Deste modo, os estoques devem ser confrontados com o custo das vendas e as duplicatas a receber com a parcela das receitas que geraram esses saldos (Receita Operacional Bruta das vendas a prazo deduzidas das devoluções e abatimentos sobre essas mesmas vendas a prazo). Com os demais ativos compara-se a Receita Operacional Líquida.

Esses índices têm caráter dinâmico, uma vez que utilizam valores acumulados das receitas de vendas ou do custo das vendas e os comparam com os saldos médios dos ativos observados no mesmo período. A melhor forma de calcular esses saldos médios consiste em somar todos os saldos mensais do período e dividir esse total pelo número de saldos computados. Dispondo-se apenas dos saldos inicial e final, costuma-se utilizar a sua média aritmética. Este procedimento poderá provocar distorções decorrentes de influências sazonais sobre o comportamento dos saldos ativos” (BRAGA, 1989. p. 159 e 160).

● Giro dos Estoques Totais = CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS / SALDO MÉDIO DOS ESTOQUES

Evidencia a capacidade de venda da empresa.

● Giro dos Valores a Receber = RECEITA OPERACIONAL BRUTA – DEVOLUÇÕES E ABATIMENTOS / SALDO MÉDIO DAS DUPLICATAS A RECEBER

Calcula o quanto as vendas a prazo pesam no total das vendas da empresa. Somente devem ser considerados os valores originados efetivamente por vendas de mercadorias.

● Giro do Ativo Circulante = RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA / SALDO MÉDIO DO ATIVO CIRCULANTE

Engloba os estoques, os créditos a receber de curto prazo e as disponibilidades, envolvendo ativos operacionais e não operacionais.

● Giro do Ativo Fixo = RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA / SALDO MÉDIO DO IMOBILIZADO

Calcula o quanto o Imobilizado da empresa gerou de vendas.

● Giro do Ativo Operacional = RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA / SALDO MÉDIO DO ATIVO OPERACIONAL

Corresponde aos elementos que decorrem das atividades básicas da empresa e a parcela das disponibilidades necessárias à manutenção das referidas atividades.

IMPORTANTE: Para se evidenciar o “Ativo Operacional”, devem ser excluídos do Ativo Total todas as contas não claramente identificadas (Diversos, Outras etc), bem como itens que não sejam essenciais para que a empresa desenvolva as atividades a que se propõe (imóveis que não sejam envolvidos na atividade produtiva, máquinas não necessárias etc.) e valores a receber dos sócios, de empregados e outros de natureza idêntica.

● Giro dos Investimentos Total = RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA / SALDO MÉDIO DO ATIVO TOTAL

Evidencia o quanto os “Investimentos” da empresa produzem de “Receita Operacional Líquida”.

IMPORTANTE:

● Quanto maior o giro das mercadorias, maior será o volume das vendas.
● CURTO PRAZO: (contábil, legal, econômico) até 360 dias.
● MÉDIO PRAZO: em países desenvolvidos pode chegar a até 10 anos; em países em desenvolvimento pode variar de 3 a 5 anos (conceito econômico).
● LONGO PRAZO: todo período que exceda o médio prazo (conceito econômico) e que exceda a um ano (conceito contábil).
● A natureza dos empreendimentos é que deve caracterizar o prazo do financiamento.



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